Muitos países já adotaram metas e regulamentações estimulando os chamados ‘zero energy buildings’, o que deve resultar em um crescimento no setor de 43% ao ano encabeçado pela União Europeia. A Diretriz de Desempenho Energético do bloco (EPBD) exige que todos os novos edifícios públicos busquem o conceito de autossuficiência energética já a partir de 2019.
“Seguindo a popularização do LEED e de outras certificações de ‘green building’ em todo o mundo, os ‘zero energy buildings’ estão se transformando no santo graal da construção. Tecnicamente, eles já são possíveis em diversas regiões e em muitos tipos de edifícios e residências, mas o alto custo ainda é um obstáculo a ser superado”, afirmou Eric Bloom, analista do Pike Research.
O relatório prevê uma grande redução nos custos com a popularização de sistemas eficientes de iluminação, calefação e de energias solar e eólica. Para a Pike Research, o mercado vai disparar a partir de 2020.
“Apesar do pequeno número atual de edifícios autossuficientes em energia, a indústria passará por uma grande transformação na próxima década. As tecnologias necessárias para isso ainda estão sendo estabelecidas, mas está claro que os investimentos nesse setor vão crescer velozmente”, conclui o relatório.
Notícia retirada do Instituto Carbono Brasil
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