terça-feira, 23 de outubro de 2012

Fapemig e Cemig destinam R$ 30 milhões para pesquisas

Meio ambiente, fontes de energia alternativas e expansão do sistema elétrico estão entre os temas do novo edital.

Financiar pesquisas no setor elétrico que permitam o desenvolvimento de energias limpas, garantindo o desenvolvimento sustentável para o estado. Este é o objetivo principal da parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e a Cemig. O segundo edital, fruto desta iniciativa, acaba de ser lançado e vai destinar R$ 30 milhões para os projetos aprovados.

As linhas de pesquisa que serão apoiadas abrangem as áreas de Meio Ambiente; Fontes Alternativas; Manutenção do Sistema Elétrico; Gestão de Bacias; Gestão, Regulação e Mercado; Operação do Sistema Elétrico; Supervisão e Controle; Segurança; Planejamento e Expansão do Sistema Elétrico e Novas Topologias. Confira mais detalhes no edital disponível em www.fapemig.br.

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=83689"No primeiro edital, lançado em 2011 e cujos projetos aprovados foram divulgados em janeiro deste ano, recebemos 229 propostas, que totalizaram R$ 385 milhões - uma demanda altíssima para um edital de R$ 30 milhões. Devido à alta qualidade de grande parte destas propostas, decidimos por aumentar o valor do edital em R$ 45 milhões no primeiro ano, destinando R$ 75 milhões em recursos para os projetos aprovados", explicou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, José Policarpo de Abreu. Os 38 projetos aprovados nesta primeira versão já estão em andamento e a expectativa das Instituições é que os recursos da iniciativa sejam aplicados em projetos que tragam benefícios para a sociedade, como maior qualidade, disponibilidade, sustentabilidade e menor custo de energia e contribuam para o progresso e desenvolvimento do estado de Minas Gerais.

Ainda segundo Abreu, em reunião da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), realizada ano passado, diversas empresas do setor elétrico manifestaram interesse em conhecer o programa. Além disso, Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de outros Estados também se interessaram pela parceria inédita. "A intenção da Fapemig e da Cemig é realizar em breve um workshop para apresentar para estas empresas e FAPs o Programa e seus resultados", planeja o diretor.

"A parceria com a Fapemig é uma oportunidade de explorarmos sinergias e complementaridades entre o Programa de P&D da ANEEL e os editais da Fapemig. Procuramos utilizar as oportunidades que cada programa oferece, permitindo construir projetos mais completos, que visam à inovação, a capacitação de pessoas, mais eficiência para a Empresa e qualidade para o cliente, portanto, com maior possibilidade de retorno para Minas", declarou Arlindo Porto Neto, vice-presidente da Cemig.

Parceria inovadora - O acordo entre a Fapemig e a Cemig foi firmado durante a cerimônia de comemoração dos 25 anos da Fapemig, em maio do ano passado, marcando o início da execução de uma parceria inovadora, assinada em janeiro de 2011. Ao todo, serão destinados R$ 150 milhões em estudos específicos no prazo de cinco anos. Segundo o acordo, a Cemig responderá por R$ 100 milhões e a Fapemig pelo montante de R$ 50 milhões.

O valor será destinado a pesquisas ligadas às áreas de atuação da Cemig (geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica), buscando o desenvolvimento de fontes alternativas renováveis e limpas, como solar, eólica e biomassa. Estão previstos ainda estudos sobre a proteção do meio ambiente, o uso racional da energia e a eficiência operacional da Empresa. "Esses objetivos estão fundamentados nos pilares da sustentabilidade e do melhor atendimento à população e sociedade em geral, através de redução de custos e aumento da qualidade no fornecimento da energia", destacou o vice-presidente da Cemig.
(Ascom da Fapemig)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Emergentes têm papel importante no desenvolvimento sustentável, diz secretário

BRUNO MARFINATI - REUTERS
Os países emergentes têm um papel importante na trajetória rumo ao desenvolvimento sustentável, embora o exemplo devesse partir dos mais ricos, que têm mais recursos econômicos e tecnológicos, disse uma autoridade do governo brasileiro.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, termina nesta sexta-feira com um texto final "possível", sem audácia, nem compromissos concretos, mas com uma marca da vitalidade da sociedade civil, na opinião do secretário de Políticas e Programas do Ministério de Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre.

"Os países desenvolvidos, inclusive por terem muito mais condições econômicas e tecnológicas, deviam dar o exemplo, ser os primeiros, o que se esperava há 20 anos", afirmou ele à Reuters, referindo-se ao período desde a Rio92, considerada um marco nas discussões sobre meio ambiente.

Para o secretário, as economias emergentes têm um papel fundamental. Países como Brasil, China e Índia precisam mostrar o caminho, aproveitando a rápida transformação pela qual passam suas economias.

De acordo com ele, com populações que estão mudando de patamar de crescimento e a inclusão, direcionar o crescimento social e econômico para a sustentabilidade não é tão complexo nesses países, que estão se tornando potências econômicas.

"É mais fácil o convencimento da sociedade desses países a trilhar um caminho de sustentabilidade do que os 20 anos de inércia em muitas economias desenvolvidas", afirmou.

O texto proposto pelo Brasil como documento da Rio+20 não agradou ONGs e ambientalistas, que alegaram que nenhuma de suas recomendações foi incluída na versão final do documento.

Para Nobre, no entanto, com participação marcante nesta conferência, a sociedade deixou uma mensagem clara: "Ela quer rapidamente se engajar numa trajetória de desenvolvimento sustentável".

"A Rio+20 mostra que a sociedade global não quer mais a volta, nenhum retrocesso, e ela coloca uma pressão muito grande no mundo político, e em sociedades democráticas a decisão política tem que acompanhar a vontade da sociedade."

Esse avanço não pode depender apenas dos recursos financeiros, atualmente limitados por conta da crise nos Estados Unidos e na Europa, mas também da capacitação, da educação e do compartilhamento de tecnologias, avaliou.

O pesquisador e ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) reconheceu que "falta um desejo muito maior de quem pode ajudar. A ciência já chegou lá. Soluções tecnológicas existem", afirmou

"Ao documento final falta audácia, falta compromissos mais concretos. Foi o possível dentro do sistema multilateral da ONU e ele (documento) coloca uma pressão cada vez maior nos governos.... É difícil imaginar um grande acordo em que toda essa equação complexa seja resolvida."

DESAFIO GLOBAL

Embora tenham um papel importante nessa transição para um mundo sustentável, Nobre lembrou que algumas economias mais robustas também precisam alterar a sua rota de desenvolvimento. Trata-se, portanto, de "um desafio global que ninguém pode ficar de fora."

Com o término da conferência nesta sexta-feira, caberá aos países "utilizar a Rio+20 como um grande catalizador de princípios de desenvolvimento sustentável e procurar implementar fortemente na sua agenda nacional esses princípios. O Brasil está na vanguarda ... e que possa servir de exemplo ao mundo", concluiu.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O que está em jogo na Rio+20

A semanas do início oficial das atividades da Rio+20, negociadores políticos, representantes de empresas e de organizações não-governamentais perdem o sono, literalmente, em debates, exclusões, negociações, acréscimos e novos debates sobre os principais itens que, hoje, resumem os temas de destaque da conferência. 

Excetuando a criação de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) – que goza de certa unanimidade entre todas as partes, até mesmo porque se alinha diretamente com o tema guarda-chuva da Rio+20, os demais assuntos dividem opiniões.

Os grandes temas da Rio+20:

  • Transição para uma economia verde
O que está em jogo: Aumentar a oferta de empregos de modo a suprir as necessidades básicas de mais de 500 milhões de indivíduos que estarão em busca de trabalho nos próximos 10 anos. Considerar ainda os potenciais riscos para o comércio internacional. O temor é que a maneira como os países utilizam os recursos naturais, e o tipo de impacto que produzem na atividade econômica dêem origem a medidas protecionistas e novos subsídios. Por empregos verdes entende-se vagas na agricultura, indústria, serviços e administração que contribuam para a preservação ou restauração da qualidade do meio ambiente.

Quem lidera: O tema está longe de ser unanimidade. Os países em desenvolvimento temem que isso imponha barreiras comerciais não tarifárias, condicionantes ao desenvolvimento ou “receitas” para o desenvolvimento. Além disso, as discussões atuais não incorporam os meios para essa transição, essencialmente recursos financeiros e transferência de tecnologia. A União Européia lidera explicitamente essa discussão, propondo um roadmap para a green economy. Países em desenvolvimento (G77) resistem à ideia e buscam encontrar sua própria conceituação de economia verde, que incorpore suas preocupações.

  • Novos índices para medir o progresso:
O que está em jogo: Deixar de aplicar o Produto Interno Bruto como único indicador de progresso nas contas dos governos. A proposta, conhecida como PIB +, pretende encorajar os países a também medir e explicar o valor de seu Capital Natural (recursos naturais) e o bem-estar social.

Quem lidera: Reino Unido. O país já estabeleceu uma Comissão para o Capital Natural junto ao governo. A França também: apoiou a já conhecida Comissão Stiglitz (Commission on the Measurement of Economic Performance and Social Progress). O governo japonês também apoia.

  • Segurança alimentar e nutricional:
O que está em jogo: Aumentar o investimento agrícola e a promoção do investimento agrícola responsável, bem como as ações nos países em desenvolvimento para aumentar a produção de alimentos e atender às demandas das populações por meios de mecanismos como financiamento, acesso a novas técnicas agrícolas, incentivo a grandes culturas e também de estímulos à agricultura familiar. Inclusão social é uma das metas dessa proposta.

Quem lidera: Sob o aspecto da inclusão social, o tema tem no Brasil o seu protagonista. Mas, no geral, é polêmico.  Recentemente, países como Canadá e Austrália retiraram da Minuta Zero a menção à “soberania alimentar” e substituíram os termos para “intensificação da produção sustentável de alimentos”, o que tem mobilizado os negociadores de países da África e da Indonésia, que têm populações pobres e dependentes da produção agrícola.

  • Acesso à água:
O que está em jogo: Garantir o direito à água potável e limpa e ao saneamento como um direito humano essencial, como estabelecido a partir da Eco-92.

Quem lidera: O Brasil tem grande influência nos debates, e defende que a estrutura institucional da ONU não é forte o suficiente e coordenada o bastante para lidar com as diversas questões relacionadas à agua. Atualmente, várias agências e programas da ONU se sobrepõem, o que torna necessário reforçar as iniciativas globais, como a UN-Water e fortalecer outras transversais, como o Fórum Mundial da Água. Hoje, 34 mil pessoas morrem por dia de sede ou por ingestão de água contaminada.
Durante a 3a Reunião Interseccional da ONU realizada em março, os negociadores dos EUA tentaram excluir da declaração da conferência o tema de acesso universal à água. Isso abriria caminho para a privatização dos serviços de saneamento básico, um tema polêmico, que deixa em pé de guerra as representações da sociedade civil. Obtiveram o apoio de União Europeia, Reino Unido, Canadá, Austrália, Israel e Nova Zelândia.

  • Gestão dos oceanos
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O que está em jogo: GaCriar novas regras para regular o uso das águas oceânicas para comércio, transporte, exploração de petróleo e atividade da pesca, considerando que isso é vital para o equilíbrio da oferta de águas pluviais e potável, do clima, da oferta de alimento e até mesmo do oxigênio do ar que respiramos, elementos que dependem do equilíbrio do ecossistema dos mares.

Quem lidera: O Small Islands States (denominação em inglês para o coletivo formado por países insulares) e os países europeus, especialmente França, com foco no impacto da degradação dos  oceanos sobre as atividades pesqueiras. O debate gera enorme polêmica para Japão, Canadá e Rússia, países que temem a aprovação de cotas de pesca, conforme descrito no Parágrafo 80 da Minuta Zero. É delicado também para países exploradores de petróleo, como o Brasil, por conta dos riscos causados à biodiversidade em caso de acidentes com derramamento de óleo. Mas o governo brasileiro está ativo na busca de um novo acordo no âmbito da Convenção sobre o Direito do Mar, que inclui a conservação e o uso sustentável da biodiversidade dos mares em áreas fora da jurisdição nacional.

  • Expansão do uso de energia renovável:
O que está em jogo: Criar mecanismos que incentivem o uso de energia renovável para garantir o acesso universal a serviços de energia modernos e mais eficientes, bem como aumentar o uso de fontes renováveis  e reduzir o consumo de combustíveis fósseis. A pauta tem grande importância pelo tema que dela é consequente: o desafio da redução das emissões de carbono, assunto marginal na Rio+20 e que segue sendo propriedade da Convenção sobre Mudança do Clima, que conta com suas próprias conferencias internacionais (COPs, abreviatura do inglês Conference of Parties).

Quem lidera: Os países europeus, de olho na demanda de novas tecnologias para a expansão do uso de energia solar, dos ventos e das marés. O petróleo caro, a falta de mananciais hídricos para geração de hidreletricidade e a necessidade de banir o fomento à energia nuclear por motivos de segurança e custo, impulsionam a bandeira europeia que, entretanto, deixa em posição delicada países como o Brasil, ricos em petróleo e com cenário futuro de desenvolvimento econômico inspirado pelo pré-sal.

  • Novo arcabouço institucional da ONU:
O que está em jogo: Reforçar o papel da atual Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CSD) do Departamento de Assuntos Socioeconômicos (ECOSOC) da ONU e/ou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Ambas instâncias não têm caráter normativo ou regulatório, mas de adesão voluntária pelos países, o que dificulta a adoção de fato dos acordos.

Quem lidera: A pauta é prioridade de todos os países, porém existe uma clara polarização entre Brasil e o bloco europeu. O governo brasileiro propõe a criação de um Conselho para o Desenvolvimento Sustentável, conforme a recomendação do Painel de Sustentabilidade Global (GSP) estabelecido em passado recente pelo secretário-geral da ONU. E igualmente apoia o fortalecimento do PNUMA através de contribuições financeiras obrigatórias por parte dos países e sua participação universal. Já os europeus defendem a criação de uma Organização Mundial do Meio Ambiente, semelhante à Organização Mundial da Saúde.

  • Criação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS):
O que está em jogo: Orientar e estimular os esforços nacionais e internacionais para o estabelecimento de compromissos de caráter universal, que possam ser aplicados por países desenvolvidos, em desenvolvimento e emergentes. Os temas por trás de cada ODS ainda não foram escolhidos oficialmente, mas sabe-se que energia e produção e consumo estarão na lista.


Quem lidera: Colômbia, com forte endosso do Brasil e do Reino Unido. Muitos países preferem não escolher os temas antes da Rio+20; outros – como o Brasil – discutem a idéia de escolher os temas durante a conferência. O Japão vai além e defende a inclusão do conceito de “segurança humana” nos ODS. O que é preocupação comum a todos e que ainda demanda clareza por parte dos que defendem a criação dos ODS é de ordem prática: em que medida bateriam de frente com os Objetivos do Milênio, lançados em 2002 e com plano de metas para 2015?

Notícia retirada da Revista Veja.

Programa Cidades Sustentáveis é lançado a seis meses das eleições

Comprometer os candidatos às eleições municipais de 2012 com metas de desenvolvimento sustentável é o principal objetivo do Programa Cidades Sustentáveis, lançado na quinta-feira, 26 de abril, durante a 10ª Expo Brasil - Desenvolvimento Local, realizada em Brasília (DF). A iniciativa foi idealizada pela Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis (RSBCJS) com apoio do movimento Nossa Brasília, e busca aplicar a sustentabilidade nos âmbitos econômicos, sociais e ambientais, por meio de organizações sociais e não-governamentais, cidadãos, governos e empresas.

Dentro do programa, a Plataforma Cidades Sustentáveis traz uma agenda que aborda diferentes áreas da gestão pública com indicadores para o desenvolvimento, execução e avaliação de políticas públicas. A plataforma inclui ainda um banco de dados com exemplos de boas práticas nacionais e internacionais em sustentabilidade.

Outra inicitiava do programa é a Carta Compromisso, que deverá ser assinada por candidatos às eleições municipais deste ano. Com 12 eixos temáticos, o documento aborda os seguintes temas da governança:

Bens naturais;

Justiça social;

Cultura de paz;

Gestão local para sustentabilidade;

Planejamento e desenho urbano;

Cultura;

Educação e qualidade de vida;

Economia dinâmica;

Consumo responsável;

Mobilidade urbana;

Ação social para a saúde.

“O discurso fácil que está na boca dos prefeitos e parlamentares sobre sustentabilidade deve ser superado. Há uma grande distância entre o discurso e a prática”, destacou o representante da RSBCJS Maurício Broinizi. Para ele, o Programa Cidades Sustentáveis dará subsídios para a mudança de cultura política, uma vez que oferece experiências bem-sucedidas em outros países e que podem ser adaptadas à realidade local. “É um passo no processo de construção de cidades mais justas, democráticas e sustentáveis”, reforçou.


Notícia retirada do Portal EcoD.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Nova York terá maior "fazenda de telhado" do mundo

A cidade mais populosa do Estados Unidos, à procura de ser uma das mais sustentáveis também, vai abrigar a maior fazenda de telhado do mundo. Sim, isso mesmo: o telhado verde, já difundido pela sua capacidade de mitigar ilhas de calor e melhorar o ar urbano, ganhou uma nova versão mais produtiva.
A fazenda, localizada no terraço do edifício Sunset Park no Bronklin, Nova York, terá 100 mil m² e será administrada pela BrightFarms, empresa que se especializou a administrar hortas urbanas em estufas e telhados.


O empreendimento, iniciado em março, produzirá até mil toneladas de produtos por anos, entre eles tomates, alfaces e ervas. Estima-se que a quantidade seja o suficiente para satisfazer o consumo de vegetais de 5 mil nova-iorquinos. Os produtos serão cultivados por meio da cultura hidropônica, utilizando água captada da chuva para desenvolver os alimentos. Aproximadamente, 1,8 milhões de galões de água serão desviados dos esgotos da cidade.
A agricultura urbana é inovadora uma vez que gera empregos e reduz a extensão e a complexidade da cadeia de abastecimento dos produtos, trazendo ao consumidor vegetais mais frescos e sustentáveis. A previsão é que a primeira colheita da fazenda do Sunset Park ocorra na primavera de 2013.

Notícia retirada do Portal EcoD.